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Luana Paula da Silva
Planalto (SP)
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Luana Paula da Silva
Notícia ·
há 8 anos
O Direito e a Política.
Para tratar da relação entre o Direito e a Política, é necessário que se remeta às teorias filosóficas desenvolvidas ao longo dos séculos diante do tema. Nos dizeres de Aristóteles “o homem é por...
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Luana Paula da Silva
Artigo ·
há 8 anos
Minorias no Estado brasileiro.
O Brasil, com toda a sua diversidade étnica, cultural e religiosa, tem cada vez mais problemas em assegurar que sua numerosa população conviva em harmonia. Em decorrência dessa imensa coletividade...
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Luana Paula da Silva
Artigo ·
há 8 anos
A influência dos Costumes na formação do Direito.
Inicialmente, cumpre mencionar que os costumes simbolizam o consenso implícito das pessoas, enraizado por meio de uma utilização prolongada. O Direito, de modo diverso, se trata da formação natural...
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Comentários
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Luana Paula da Silva
Comentário ·
há 7 anos
A influência dos Costumes na formação do Direito.
Luana Paula da Silva
·
há 8 anos
Grata! Bons estudos!!!
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Luana Paula da Silva
Comentário ·
há 8 anos
A influência dos Costumes na formação do Direito.
Luana Paula da Silva
·
há 8 anos
Bem exposto o seu ponto de vista, assim se faz o Direito, partindo de suas diversas interpretações.
Grata pelos apontamentos.
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Luana Paula da Silva
Comentário ·
há 8 anos
Bandido bom é bandido morto? Leia e compartilhe sua opinião
Elder Nogueira
·
há 8 anos
Inicialmente, meus parabéns pelo texto! Diante do questionamento, é necessário que se compreenda a evolução societária, que assume novos cenários e deve ser vista dentro das legalidades e interpretada no contexto atual. Afirmar que a morte é a solução para a criminalidade é o mesmo que reportar-se aos cenários primitivos, onde o homem assume seu estado de selvageria e justifica seus atos de modo a repelir injusta ofensa que lhe é conferida. Ainda, o período de vingança difundido no século XV retrata bem esse tipo de julgamento, já que os preceitos seguidos são da Justiça pelas próprias mãos. Vejo que até mesmo usar o termo "bandido" recebe aspecto pejorativo que estigmatiza o indivíduo infrator, dificultando assim a sua reinserção à coletividade. Portanto, à minha análise, indivíduo infrator bom é aquele que recebeu tratamento adequado pelo Estado, cumpriu com a penalidade imposta e se ressocializou devidamente.
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Jonas Reis
Comentário ·
há 7 anos
A influência dos Costumes na formação do Direito.
Luana Paula da Silva
·
há 8 anos
Ao meu ver, esplêndida explanação acerca do assunto. Ainda sou estudante de Direito. Luana você é linda e detentora de erudição.
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Roberto Sant Anna Filho
Comentário ·
há 8 anos
Bandido bom é bandido morto? Leia e compartilhe sua opinião
Elder Nogueira
·
há 8 anos
Não desejo contrapor-me ao seu comentário. Muito lúcido e enriquecedor. No entanto, como argumento, só se mostra válido em resposta ao cidadão de bem que eventualmente cometa um crime qualquer. Mas, em geral, esse cidadão é punido exemplarmente na sistemática atual. Quanto à pessoa que faz do crime seu modo de vida, o único sistema punitivo que pode ter alguma eficácia será o que retirar a vantagem delitiva. Explico. As motivações para o delito são a vantagem indevida e o dano à vítima (não afirmo que o criminoso deseje os dois resultados sempre. Na maioria dos casos, seu interesse resume-se à vantagem delitiva) A expectativa de impunidade é um fator encorajador. Mas, não acredito que seja uma motivação. Talvez os avanços tecnológicos de monitoramento eletrônico de comportamento, utilizado hoje em favor do estímulo ao consumo, possa vir a servir ao controle social, dando ao Estado repressor a capacidade de monitorar movimentações financeiras e comportamentos suspeitos. Só acho pouco provável que os atuais detentores do poder permitam validar-se leis que valham para todos. Como diz o velho adágio: "Não se mexe em time que está ganhando."
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Murilo Enz
Comentário ·
há 8 anos
Bandido bom é bandido morto? Leia e compartilhe sua opinião
Elder Nogueira
·
há 8 anos
Análise boa, porém, diante da conclusão me veio em mente algumas questões para ajudar em futuras reflexões: o estado oferece o tratamento adequado? Os funcionários das penitenciarias possuem capacidade, condições e treinamento adequado para lidar com a massa carcerária? Qual incentivo, interesse do estado e do recluso no processo de ressocialização?
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